
6.6.10
17.4.10
Histórias

A povoação de Vale de Maceira é uma aldeia portuguesa que pertence à freguesia de Alfeizerão, situada junto à estrada nacional que liga as Caldas da Rainha a Alcobaça, bem perto da derivação para S. Martinho do Porto.
O seu nome provém da sua localização num vale onde os Monjes de Cister produziam maçãs. As numerosas Macieiras (do antigo,maceiras), ai existentes pertenciam aos Monges de Cister. Segundo um natural do lugar, o antigo nome desse vale era Vale de Maceiras dos Coutos de Alcobaça.
Nesta pequena aldeia situa-se também uma paragem da antiga "malaposta", e é ainda possível ver o Arco de acesso à Malaposta.
retirado do blog "Por caminhos de Cister", trabalho da autoria de Pedro Rafael
Aí existia uma “estação” de muda de carruagens da mala-posta que circulavam entre as duas principais cidades do País. Segundo Godofredo Ferreira (A mala-posta em Portugal) “, a 6ª estação de muda era Vale de Maceira onde se efectuava uma nova muda de animais e entrega do correio que se destinava à próxima povoação de São Martinho do Porto”.
retirado do blog "o psysaudosista" da autoria de João Mota
O seu nome provém da sua localização num vale onde os Monjes de Cister produziam maçãs. As numerosas Macieiras (do antigo,maceiras), ai existentes pertenciam aos Monges de Cister. Segundo um natural do lugar, o antigo nome desse vale era Vale de Maceiras dos Coutos de Alcobaça.
Nesta pequena aldeia situa-se também uma paragem da antiga "malaposta", e é ainda possível ver o Arco de acesso à Malaposta.
retirado do blog "Por caminhos de Cister", trabalho da autoria de Pedro Rafael
Aí existia uma “estação” de muda de carruagens da mala-posta que circulavam entre as duas principais cidades do País. Segundo Godofredo Ferreira (A mala-posta em Portugal) “, a 6ª estação de muda era Vale de Maceira onde se efectuava uma nova muda de animais e entrega do correio que se destinava à próxima povoação de São Martinho do Porto”.
retirado do blog "o psysaudosista" da autoria de João Mota
imagens retiradas do blog "o psysaudosista"
24.3.10
Desleixo

Esta placa (manifestamente em mau estado) encontra-se neste local há mais de 3 anos...
Diz respeito à informação sobre uma obra que já terminou há mais de dois anos. No entanto ficou ali esquecida.
Neste momento, para além de propaganda ao empreiteiro, prejudica a paisagem. Será que entretanto pagou taxa de publicidade?
O que será necessário fazer para que alguém retire finalmente este lixo? Alguém julga que se enquadra na paisagem?
É incrível como se prejudica o espaço público e como seria tão fácil de evitar se houvesse cuidado com as pequenas coisas...
A Câmara Municipal de Alcobaça talvez esteja longe demais. E a Junta de Freguesia não se importa? A ver vamos...
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21.3.10
Assembleia Geral do Clube Náutico

Foram eleitos os novos Órgãos Sociais do Clube Náutico de São Martinho do Porto:
Mesa da Assembleia Geral
Presidente:
Manuel Valle Domingues
Vice-presidentes:
JoãoCarvalho
Secretário:
Pedro Soares de Mello
Direcção
Presidente:
Alexandre Paulo Quadrio Ferro de Matos
Vice-presidente:
Luís Antunes Bairrão
Paulo Veiga
Silvestre Robalo
Secretário:
Luís Soares de Mello
Tesoureiro:
António Prôa
Vogais:
Henrique Rosa
Montserrat Simão
Carlos Clara
Conselho Fiscal
Presidente:
Maurício Pereira Sá
Vice-presidente:
Cristina Lino Neto
Secretário: Luis Coimbra
Mesa da Assembleia Geral
Presidente:
Manuel Valle Domingues
Vice-presidentes:
JoãoCarvalho
Secretário:
Pedro Soares de Mello
Direcção
Presidente:
Alexandre Paulo Quadrio Ferro de Matos
Vice-presidente:
Luís Antunes Bairrão
Paulo Veiga
Silvestre Robalo
Secretário:
Luís Soares de Mello
Tesoureiro:
António Prôa
Vogais:
Henrique Rosa
Montserrat Simão
Carlos Clara
Conselho Fiscal
Presidente:
Maurício Pereira Sá
Vice-presidente:
Cristina Lino Neto
Secretário: Luis Coimbra
16.3.10
Novo site do Clube Náutico de São Martinho do Porto

Já está disponível uma nova versão profundamente revista do site do Clube Náutico de São Martinho do Porto.
Nesta nova ferramenta de comunicação, o Clube pretende colocar á disposição informação de interesse para praticantes de actividades náuticas e para os sócios em particular.
Vale a pena consultar. Aqui.
2.2.10
27.1.10
São Martinho do Porto nas grandes batalhas navais portuguesas
Cabo Espichel - 15 de Julho de 1180 (*)
No ano de 1180, apareceu na costa portuguesa uma armada muçulmana de nove galés, sob o comando de Ganim ben
Mardanis e de um seu irmão, que se instalou no estuário do Tejo e que, por não dispor de forças suficientes para tentar a reconquista de Lisboa, se limitou a saquear o arrabalde da cidade e a capturar os navios que passavam ao largo.
Em Lisboa haveria provavelmente um pequeno número galés, talvez três ou quatro, o que era manifestamente insuficiente para icombater a armada muçulmana pelo que devem ter permanecido na terecena à sombra da muralha.
Logo que D. Afonso Henriques, que se encontrava em Coimbra, teve conhecimento da presença da armada muçulmana em Lisboa, é natural que tenha dado ordens para que todas as galés que se encontravam nos portos do Norte, talvez umas cinco ou seis, se concentrassem em São Martinho do Porto e que tenha enviado as forças necessárias para as guarnecer para Porto de Mós de que, possivelmente, já seria alcaide o almirante do Reino D. Fuas Roupinho.
Os irmãos Mardanis ao saberem, por qualquer navio que tenham interceptado ao largo de Lisboa, que em São Martinho do Porto se encontravam várias galés portuguesas desguarnecidas, dirigiram-se imediatamente para lá.
Ao avistarem a armada muçulmana, as galés portuguesas terão retirado apressadamente para norte. Tendo seus navios mais pesados, ben Mardanis não as perseguiu e optou por desembarcar as suas tropas e, por terra, dirigir-se para Porto de Mós na esperança de conseguir capturar D. Fuas Roupinho e destroçar as forças que tinha consigo. Porém, sensivelmente a meio do caminho, talvez a 10 de Julho, encontrou-se com aquele que vinha marchando em sentido contrário. Teve então lugar uma encarniçada batalha entre os cristãos e os muçulmanos em que estes foram desbaratados, sendo a maior parte mortos ou feitos prisioneiros. Entre estes figuravam Ganim bem Mardanis e o seu irmão.
As galés muçulmanas que se encontravam em São Martinho do Porto só terão tido conhecimento do desfecho da batalha dois dias depois, por algum grupo de fugitivos que tenha conseguido escapar. Tendo muito poucos soldados a bordo e, portanto, a sua capacidade combativa muito diminuída, seguiram imediatamente para sul, dando a campanha por finda. Estando provalmente a lutar com falta de água terão arribado a Sesimbra ou à foz do Sado a fim de fazerem aguada, o que poderá ter tido lugar durante o dia 14.
Por seu turno, D. Fuas Roupinho, sabendo que as galés muçulmanas estavam desguarnecidas, deve ter pensado que era uma ocasião ideal para as capturar. E dirigiu-se a toda a pressa para São Martinho do Porto onde, provavelmente já teriam voltado as galés portuguesas, ao saberem da fuga das muçulmanas. Embarcadas as tropas, a armada portuguesa rumou a sul fazendo força de vela.
No dia 15 de Julho, ao dobrar o cabo Espichel, avistou a curta distância a armada muçulmana que recomeçara a viagem de regresso a Sevilha. É de supor que as galés dos mouros fossem a andar menos do que as nossas, provavelmente por terem os fundos mais sujos e velas mais pequenas. O certo é que foram alcançadas sem dificuldade e abordadas e tomadas uma após outra. A resistência que ofereceram, uma vez que tinham muito poucos soldados, deve ter sido muito fraca ou mesmo nula.
Terminada a contenda, D. Fuas Roupinho levou as nove galés capturadas para Lisboa onde foi recebido em triunfo.
(*) texto retirado do site da Marinha portuguesa
No ano de 1180, apareceu na costa portuguesa uma armada muçulmana de nove galés, sob o comando de Ganim ben
Mardanis e de um seu irmão, que se instalou no estuário do Tejo e que, por não dispor de forças suficientes para tentar a reconquista de Lisboa, se limitou a saquear o arrabalde da cidade e a capturar os navios que passavam ao largo.
Em Lisboa haveria provavelmente um pequeno número galés, talvez três ou quatro, o que era manifestamente insuficiente para icombater a armada muçulmana pelo que devem ter permanecido na terecena à sombra da muralha.
Logo que D. Afonso Henriques, que se encontrava em Coimbra, teve conhecimento da presença da armada muçulmana em Lisboa, é natural que tenha dado ordens para que todas as galés que se encontravam nos portos do Norte, talvez umas cinco ou seis, se concentrassem em São Martinho do Porto e que tenha enviado as forças necessárias para as guarnecer para Porto de Mós de que, possivelmente, já seria alcaide o almirante do Reino D. Fuas Roupinho.
Os irmãos Mardanis ao saberem, por qualquer navio que tenham interceptado ao largo de Lisboa, que em São Martinho do Porto se encontravam várias galés portuguesas desguarnecidas, dirigiram-se imediatamente para lá.
Ao avistarem a armada muçulmana, as galés portuguesas terão retirado apressadamente para norte. Tendo seus navios mais pesados, ben Mardanis não as perseguiu e optou por desembarcar as suas tropas e, por terra, dirigir-se para Porto de Mós na esperança de conseguir capturar D. Fuas Roupinho e destroçar as forças que tinha consigo. Porém, sensivelmente a meio do caminho, talvez a 10 de Julho, encontrou-se com aquele que vinha marchando em sentido contrário. Teve então lugar uma encarniçada batalha entre os cristãos e os muçulmanos em que estes foram desbaratados, sendo a maior parte mortos ou feitos prisioneiros. Entre estes figuravam Ganim bem Mardanis e o seu irmão.
As galés muçulmanas que se encontravam em São Martinho do Porto só terão tido conhecimento do desfecho da batalha dois dias depois, por algum grupo de fugitivos que tenha conseguido escapar. Tendo muito poucos soldados a bordo e, portanto, a sua capacidade combativa muito diminuída, seguiram imediatamente para sul, dando a campanha por finda. Estando provalmente a lutar com falta de água terão arribado a Sesimbra ou à foz do Sado a fim de fazerem aguada, o que poderá ter tido lugar durante o dia 14.
Por seu turno, D. Fuas Roupinho, sabendo que as galés muçulmanas estavam desguarnecidas, deve ter pensado que era uma ocasião ideal para as capturar. E dirigiu-se a toda a pressa para São Martinho do Porto onde, provavelmente já teriam voltado as galés portuguesas, ao saberem da fuga das muçulmanas. Embarcadas as tropas, a armada portuguesa rumou a sul fazendo força de vela.
No dia 15 de Julho, ao dobrar o cabo Espichel, avistou a curta distância a armada muçulmana que recomeçara a viagem de regresso a Sevilha. É de supor que as galés dos mouros fossem a andar menos do que as nossas, provavelmente por terem os fundos mais sujos e velas mais pequenas. O certo é que foram alcançadas sem dificuldade e abordadas e tomadas uma após outra. A resistência que ofereceram, uma vez que tinham muito poucos soldados, deve ter sido muito fraca ou mesmo nula.
Terminada a contenda, D. Fuas Roupinho levou as nove galés capturadas para Lisboa onde foi recebido em triunfo.
(*) texto retirado do site da Marinha portuguesa
22.1.10
A Frase
“São Martinho do Porto foi criado por Deus para os pequeninos, e a obra ficou tão delicada e perfeita que só os homens a podem estragar”
in “A voz de São Martinho”, 1931
in “A voz de São Martinho”, 1931
20.1.10
Baía de São Martinho também é candidata a “Maravilha Natural”

A Câmara Municipal de Alcobaça também vai participar no concurso “7 Maravilhas Naturais de Portugal”. Depois de ter alcançado o lugar de Maravilha Nacional com o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, vai candidatar seis maravilhas naturais do concelho: Baía de São Martinho do Porto, Vale da Ribeira do Mogo, Mata Nacional do Vimeiro – Gaio, Praias de Pataias, Lagoa de Pataias e Serra dos Candeeiro.
A autarquia de Alcobaça concorre, assim, a cinco categorias das sete existentes, nomeadamente: Praias e Falésias – Praias de Pataias e Baía de São Martinho do Porto; Florestas e Matas – Mata Nacional do Vimeiro – Gaio e Vale da Ribeira do Mogo; Áreas Protegidas – Serra dos Candeeiros; Zonas Aquáticas não Marinhas – Lagoa de Pataias.
São cerca de 2,3 km de comprimento e uma peculiar forma de semicírculo perfeito, que tornam especial e única a Baía de São Martinho, resultado de um processo local de modificação da ondulação.
Após a transposição da barra de cerca de 200 metros, as vagas difractam-se por leque, dissipação de energia e diminuição da profundidade, continuando assim o seu trajecto até ao extenso areal que se apresenta abrigado e em baixa profundidade em relação ao nível do mar.
in "Jornal das Caldas"
A autarquia de Alcobaça concorre, assim, a cinco categorias das sete existentes, nomeadamente: Praias e Falésias – Praias de Pataias e Baía de São Martinho do Porto; Florestas e Matas – Mata Nacional do Vimeiro – Gaio e Vale da Ribeira do Mogo; Áreas Protegidas – Serra dos Candeeiros; Zonas Aquáticas não Marinhas – Lagoa de Pataias.
São cerca de 2,3 km de comprimento e uma peculiar forma de semicírculo perfeito, que tornam especial e única a Baía de São Martinho, resultado de um processo local de modificação da ondulação.
Após a transposição da barra de cerca de 200 metros, as vagas difractam-se por leque, dissipação de energia e diminuição da profundidade, continuando assim o seu trajecto até ao extenso areal que se apresenta abrigado e em baixa profundidade em relação ao nível do mar.
in "Jornal das Caldas"
É uma boa notícia, mas esta é ainda uma fase inícial. A Baía de São Martinho do Porto é apenas uma entre 323 "maravilhas naturais" candidatas. Destas serão seleccionaldas em duas fases 21 candidaturas finalistas que poderão ser alvo de votação popular a partir do dia 7 de março. Até esse momento a selecção será efectuada por um painel de especialistas da organização deste evento.
Se São Martinho do Porto chegar á fase final (como merece) aqui iniciaremos uma campanha para a eleição de São Martinho do Porto.
Mais informação sobre a selecção das 7 Maravilhas Naturais de Portugal pode ser consultada aqui.
10.1.10
A passagem dos anos pelo Cais


A foto antiga é uma reprodução de um postal retirada daqui. A foto recente é da Suzy de Magalhães Corrêa-Monteiro.
3.1.10
Farol de São Martinho devia ser requalificado

O farol de São Martinho do Porto podia ser um ponto de interesse turístico para São Martinho. De lá se avista a baía, a vila, Alfeizerão, Salir do Porto, o Facho e as Berlengas.
O acesso é fácil através de umas escadas que partem do Cais junto ao edifício do Instituto de Socorros a Naufragos (ISN).
Mas quando se chega junto do dito farol, deparamo-nos com um espaço abandonado, sujo, sem protecção e com uma construção em ruínas e vandalizada.
É um detalhe que facilmente pode ser ultrapassado com a comunhão de esforços entre a entidade responsável pela manutenção: Ministério da Defesa através da Direcção de Faróis da Direcção Geral da Autoridade Marítima e as entidades supostamente interessadas na sua preservação: Região de Turismo do Oeste, Câmara Municipal de Alcobaça e Junta de Freguesia de São Martinho do Porto.
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Desleixo

As obras de requalificação da Marginal de São Martinho a que alude o que resta desta placa terminaram há cerca de 2 anos, a inauguração formal decorreu em Maio de 2009, mas a placa permanece...
São estes detalhes que facilmente podem ser resolvidos, melhorando a imagem e a qualidade da vila. Será que ninguém se preocupa? Neste caso basta retirar a placa...
31.12.09
Para além do verão...

São Martinho do Porto parece querer assumir a sua mais valia turistica e de animação para além do "sol e praia". É o único caminho para tornar sustentável o desenvolvimento turistico desta vila.
A dependência económica do sector turistico de um ou dois meses por ano não é compatível com o desenvolvimento do turismo qualificado que (espero) se pretende. A passagem de ano é um bom pretexto. Como são também a Páscoa, as festas de Santo António e, porque não, o São Martinho...
Mas a qualificação exige modernização e profissionalização.
16.11.09
Dias do Mar
Hoje parece que é o dia nacional do Mar. Digo "parece" porque há pouca gente a dar por isso. Acresce que comemorar o dia do mar nesta altura do ano só para que não se comemore junto dele, pois só com muita sorte (e este ano não é seguramente) é que o dia está convidativo para "conviver" com o Mar...
De resto, do que pesquisei, só mesmo a "Estrtutura de Missão para os Assuntos do Mar" é que tem uma vaga ideia de ser o dia nacional comemorativo do Mar. Digo "vaga ideia" porque assim mesmo, o único programa comemorativo que está publicado é relativo ao ano de 2008...
Francamente gostava de saber quem se lembrou de escolher este dia, nesta época do ano para comemorar o mar. E também gostava de saber porque não se fez coincidir a comemoração deste dia com o Dia Europeu do Mar que se comemora a 20 de Maio, ou com o Dia Mundial do Mar que se comemora a 25 de Setembro, ou mesmo com o Dia Mundial dos Oceanos que se comemora a 8 de Junho. Talvez houvesse mais gente a dar por isso e talvez fosse possível comemora-lo com actividades marítimas como compete...
De resto, do que pesquisei, só mesmo a "Estrtutura de Missão para os Assuntos do Mar" é que tem uma vaga ideia de ser o dia nacional comemorativo do Mar. Digo "vaga ideia" porque assim mesmo, o único programa comemorativo que está publicado é relativo ao ano de 2008...
Francamente gostava de saber quem se lembrou de escolher este dia, nesta época do ano para comemorar o mar. E também gostava de saber porque não se fez coincidir a comemoração deste dia com o Dia Europeu do Mar que se comemora a 20 de Maio, ou com o Dia Mundial do Mar que se comemora a 25 de Setembro, ou mesmo com o Dia Mundial dos Oceanos que se comemora a 8 de Junho. Talvez houvesse mais gente a dar por isso e talvez fosse possível comemora-lo com actividades marítimas como compete...
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